Em plena luz do dia, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, uma mulher se apossou de uma viatura policial estacionada e partiu em fuga — um gesto que condensa, de forma quase simbólica, a fragilidade dos sistemas de vigilância que deveriam proteger a ordem. A perseguição foi breve, o desfecho inevitável, mas as perguntas que o episódio deixa para trás são mais duradouras do que o acidente em si: quem guarda os guardiões, e como um veículo do Estado pode ser subtraído tão facilmente?