Em julho de 2026, o Ministério Público Federal levou à Justiça Federal uma questão que vai além da química dos combustíveis: até onde o Estado deve ir para provar que uma mudança obrigatória é segura antes de impô-la a milhões de cidadãos que não têm escolha sobre o que abastece seus veículos? Ao contestar o aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32%, o MPF não questiona apenas um percentual, mas o próprio rito de comprovação científica que deveria preceder decisões com impacto direto sobre a frota nacional. O embate entre o princípio da precaução e os interesses da bioenergia br