Em fevereiro de 2025, a Duolingo encencenou a morte da sua coruja Duo com uma precisão dramática que poucas marcas ousariam tentar: havia vídeo, caixão e luto público. O que se seguiu — 1,7 mil milhões de impressões em duas semanas e cobertura nos grandes meios norte-americanos — não foi o resultado de um orçamento generoso, mas de uma década de presença silenciosa e consistente que transformou uma mascote num ativo emocional genuíno. O episódio lembra-nos que as ligações mais valiosas entre marcas e pessoas não se compram; cultivam-se, notificação após notificação, até que a ausência dói.