Fomos colegas marcados pelo respeito e amor a Pernambuco
Waldemar Borges, deputado estadual de Pernambuco em seu quarto mandato consecutivo, faleceu aos 67 anos no sábado, 4 de julho, após enfrentar um câncer que o havia afastado do exercício do mandato. Conhecido como Wal, ele deixa uma trajetória de décadas na vida pública pernambucana — e deixa também viúva a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos. O estado decretou luto oficial de três dias, reconhecendo naquele homem não apenas o político, mas o símbolo de um compromisso duradouro com sua terra.
- Após se licenciar da Assembleia Legislativa para tratar um câncer, Waldemar Borges não resistiu à doença e morreu aos 67 anos, encerrando abruptamente seu quarto mandato consecutivo.
- A confirmação da morte veio da própria ministra Luciana Santos, sua esposa, tornando a perda simultaneamente pessoal e pública em escala nacional.
- O Governo de Pernambuco respondeu com decreto de luto oficial de três dias, sinalizando o peso institucional da ausência de Borges na política estadual.
- A governadora Raquel Lyra, ex-colega de Borges na Alepe, evocou o respeito mútuo e o amor compartilhado por Pernambuco como marca daquela convivência, pedindo consolo à família e aos pernambucanos.
- O suplente Cayo Albino, do PSB, assume a cadeira durante o período de luto, mantendo a continuidade da representação enquanto o estado processa a perda.
Waldemar Borges morreu no sábado, 4 de julho, aos 67 anos, depois de se afastar da Assembleia Legislativa de Pernambuco para tratar um câncer. Ele cumpria seu quarto mandato consecutivo na casa e havia construído ao longo dos anos uma trajetória marcada pela participação em debates sobre gestão pública e desenvolvimento do estado. Conhecido entre próximos como Wal, sua morte foi confirmada pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, sua esposa.
O Governo de Pernambuco decretou luto oficial de três dias em reconhecimento à sua contribuição. A governadora Raquel Lyra, que foi colega de Borges na Alepe, lamentou a perda e destacou o convívio marcado pelo respeito e pelo amor comum a Pernambuco. Em nota, pediu consolo à ministra Luciana Santos, aos filhos e a todos os pernambucanos enlutados.
Durante o período de luto, a cadeira de Borges na Assembleia será ocupada pelo suplente Cayo Albino, também do PSB. O decreto representa não apenas um gesto protocolar, mas o reconhecimento de uma vida dedicada à vida pública de Pernambuco.
Waldemar Borges morreu no sábado, 4 de julho, aos 67 anos. O deputado estadual de Pernambuco estava em tratamento contra um câncer e havia se afastado de seu mandato para dedicar-se à luta contra a doença. A morte foi confirmada pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, sua esposa.
Borges completava seu quarto mandato consecutivo na Assembleia Legislativa de Pernambuco quando se licenciou. Durante sua ausência, a cadeira que ocupava passou a ser preenchida pelo suplente Cayo Albino, também do PSB. Conhecido entre amigos e familiares como Wal, ele havia construído uma trajetória política que incluía também passagens por cargos na administração pública estadual, além de participação em debates e votações sobre gestão pública e desenvolvimento de Pernambuco.
O Governo de Pernambuco decretou luto oficial de três dias em reconhecimento à sua contribuição ao estado. A governadora Raquel Lyra, que havia sido colega de Borges na Assembleia Legislativa, expressou pesar pela morte. Em nota, ela ressaltou o convívio marcado pelo respeito e pelo amor comum a Pernambuco que compartilharam durante o período em que ambos atuaram na casa legislativa.
"Fomos colegas na Assembleia Legislativa e tivemos um convívio marcado pelo respeito e amor a Pernambuco", declarou Lyra. A governadora também pediu consolo para o coração da ministra Luciana Santos, para os filhos de Borges, para seus amigos e para todos os pernambucanos que lamentam sua partida. O decreto de luto representa uma forma de honrar a memória do deputado e reconhecer sua atuação ao longo dos anos na vida política do estado.
Notable Quotes
Fomos colegas na Assembleia Legislativa e tivemos um convívio marcado pelo respeito e amor a Pernambuco— Governadora Raquel Lyra
The Hearth Conversation Another angle on the story
Waldemar Borges era uma figura conhecida em Pernambuco, mas para muitos fora do estado ele era principalmente o marido da ministra. Como ele era visto entre seus pares na Assembleia?
Era alguém que construiu respeito ao longo de quatro mandatos consecutivos. A governadora Raquel Lyra, que não é de seu partido, falou dele com genuína consideração — não era uma formalidade de luto, era uma colega reconhecendo um colega.
Ele se afastou há quanto tempo para o tratamento?
A fonte não especifica, mas foi tempo suficiente para que o suplente Cayo Albino assumisse a cadeira de forma estabelecida. Não foi uma coisa repentina.
Qual era o perfil político dele? Que tipo de deputado era?
Alguém focado em gestão pública e desenvolvimento estadual. Não era um nome que gerava polêmica — era um legislador de trabalho, digamos assim.
A morte dele muda algo na dinâmica política de Pernambuco?
Não imediatamente. O suplente já estava no lugar. Mas há uma cadeira que agora será preenchida de forma permanente, e há uma ministra no governo federal que perdeu seu marido. Isso tem peso.
Como a família dele está sendo tratada publicamente?
Com solidariedade institucional. A governadora pediu especificamente consolo para a ministra Luciana Santos e para os filhos. Não é apenas uma morte política — é reconhecimento de uma perda humana.