Na quarta-feira, 19 de agosto, os mercados financeiros reagiram com euforia ao anúncio de que a vacina personalizada contra o câncer da Moderna — desenvolvida em parceria com a Merck — alcançou seus objetivos em testes finais contra o melanoma, impulsionando as ações da empresa em mais de 150%. Por trás dos números, há uma promessa mais profunda: a de que a tecnologia de mRNA, que já protegeu milhões contra a Covid-19, pode agora ser ensinada a reconhecer o rosto único de cada tumor. O ser humano, mais uma vez, tenta transformar o conhecimento do próprio corpo em arma contra a doença.
Moderna dispara 150% com sucesso de vacina personalizada contra câncer
O estudo envolveu 1.137 pacientes com melanoma cutâneo, demonstrando benefícios clínicos significativos na redução de recorrência e metástase.