Por quase 22 anos, o telescópio Swift observou as explosões mais violentas do universo a partir de uma órbita que, silenciosamente, foi se desfazendo. A NASA investiu 30 milhões de dólares e uma tecnologia inédita para adiar o inevitável, mas a espaçonave de resgate LINK sucumbiu a falhas críticas antes de cumprir sua missão. O que deveria ser um capítulo de renovação tornou-se um epílogo: o Swift reentrará na atmosfera ainda em 2026, encerrando uma carreira dez vezes mais longa do que qualquer um havia prometido.