Em meio a negociações frágeis e condenações internacionais, o ministro israelense Itamar Ben-Gvir declarou publicamente que Gaza deveria ser palco de dezenas de assassinatos seletivos por noite, com assentamentos judaicos cobrindo todo o território. Suas palavras — que negam a humanidade dos palestinos e rejeitam qualquer saída que não seja a morte — revelam uma fissura profunda dentro do próprio governo israelense, onde a lógica da guerra absoluta disputa espaço com tentativas diplomáticas ainda vacilantes. É um momento em que a linguagem do extermínio encontra microfone oficial, e o silêncio
Ministro israelense defende genocídio e propõe 40 assassinatos noturnos em Gaza
Propostas envolvem assassinatos em massa de palestinos, genocídio declarado e negação de direitos humanitários a população civil em Gaza.