Num momento de transição tecnológica sem precedentes, o sistema de exames nacionais português confrontou-se com os limites do progresso: pela primeira vez, 290 mil provas foram corrigidas digitalmente, e as fragilidades do processo fizeram-se sentir em atrasos e falhas residuais. O ministro Fernando Alexandre, na noite de quinta-feira, assumiu a posição de guardião do rigor, garantindo que as notas chegariam às escolas até às 19h30 de sexta-feira, 17 de julho — mais tarde do que o desejado, mas dentro do que a qualidade exigia. É a história antiga da tensão entre a velocidade que o mundo recla