Em um setor onde favoritismos históricos moldaram mercados, o ministro Alexandre Silveira ergueu a bandeira da igualdade como princípio de gestão pública, ao apresentar novas regras que permitem à indústria nacional comprar gás diretamente da União. A mudança, aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética nesta quinta-feira, rompe com um modelo que restringia o acesso ao recurso a intermediários específicos. O que se coloca agora não é apenas uma reforma técnica, mas uma promessa — e a pergunta que o tempo responderá é se a igualdade proclamada resistirá às pressões que sempre acompan