Quando uma instituição pública falha em seus controles mais básicos, o peso das consequências recai sobre os mais vulneráveis — não sobre os que tomaram as decisões. O Banco de Brasília, pilar financeiro do Distrito Federal, viu bilhões evaporarem em operações com o Banco Master que o próprio ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou como crime. A União recusa a responsabilidade, o governo distrital busca socorro, e enquanto os responsáveis são investigados, mais de trinta programas sociais e a folha de pagamento de servidores aguardam uma resolução que ainda não tem forma definitiva.
Ministro da Fazenda classifica crise do BRB como 'crime' e nega responsabilidade da União
A crise afeta mais de 30 programas sociais operados pelo BRB e a folha de pagamento de servidores do DF.