Em algum ponto entre a embalagem descartada e o tecido mais íntimo do pensamento humano, fragmentos invisíveis de plástico encontraram caminho. Um estudo publicado na Nature Medicine revelou concentrações de microplásticos no cérebro humano superiores às encontradas no fígado e nos rins — um achado que, por si só, não responde se há perigo, mas que coloca uma pergunta que a ciência ainda não sabe formular com precisão suficiente para respondê-la.