Na última sexta-feira, uma microexplosão varreu seis municípios da região de Ribeirão Preto, matando uma pessoa e derrubando 54 torres de transmissão — sem que nenhum sistema de alerta tivesse anunciado sua chegada. O episódio não revela falha humana, mas um limite inerente à ciência: fenômenos de duração tão breve quanto tornados e microexplosões escapam à previsão com mais de poucas horas de antecedência. A natureza, por vezes, age mais rápido do que a tecnologia consegue ler.
Microexplosão em Ribeirão Preto não pode ser prevista com mais de 24 horas
Uma morte registrada, além de destruição massiva de casas, empresas, lavouras e infraestrutura de transmissão que deixou cidades inteiras sem luz.