Messi entra e amplia recorde; Argentina vence Jordânia com 100% no grupo

Messi não é tipo de jogador que fica satisfeito em apenas estar presente
Reflexão sobre por que o camisa 10 argentino deixou sua marca mesmo entrando do banco de reservas.

Em Dallas, a Argentina encerrou a fase de grupos da Copa do Mundo com perfeição aritmética e simbólica: nove pontos, três vitórias, e a presença inevitável de Messi — mesmo saindo do banco — para selar o placar em 3 a 1 sobre a Jordânia. Há algo de ritual nessa insistência em não deixar passar nenhuma partida sem uma assinatura, como se o maior jogador de sua geração ainda precisasse lembrar ao mundo, e talvez a si mesmo, que cada oportunidade é a última digna de ser aproveitada.

  • Argentina já classificada em primeiro, Scaloni poupa titulares — mas o time não abre mão de vencer com autoridade.
  • Lo Celso abre o placar de falta no ângulo, Lautaro converte pênalti confirmado pelo VAR, e a Jordânia, eliminada antes de entrar em campo, pouco pode oferecer.
  • Al-Tamari, o 'Messi jordaniano', desconta no segundo tempo e injeta um breve suspense num jogo já decidido.
  • Messi entra aos 14 minutos do segundo tempo e marca duas vezes — uma de falta mal defendida, outra no canto sem chance para o goleiro — ampliando seu recorde histórico na competição.
  • Argentina fecha o grupo J com 100% de aproveitamento e aguarda Cabo Verde na próxima fase, enquanto Áustria e Argélia avançam após empate dramático por 3 a 3.

A Argentina chegou a Dallas já com o primeiro lugar do grupo J assegurado, mas tratou a partida contra a Jordânia como se ainda houvesse algo a provar. Scaloni poupou Messi, que começou no banco, e Lo Celso assumiu o protagonismo logo cedo: abriu o placar aos 18 minutos com uma cobrança de falta no ângulo — o tipo de gol que, em outro contexto, seria atribuído ao camisa 10.

O segundo gol veio de pênalti, após uma sequência caótica em que Lautaro chutou na trave, Senesi tentou o rebote e o goleiro Abu Laila levou uma carga no rosto. O VAR confirmou a penalidade, e Lautaro deslocou o goleiro para fazer 2 a 0 antes do intervalo.

No segundo tempo, a Jordânia diminuiu com Al-Tamari — apelidado de 'Messi jordaniano' por seu estilo de jogo com a perna esquerda e o drible curto — que aproveitou um cruzamento rasteiro para fazer 2 a 1. A resposta argentina veio na forma de Messi, que entrou aos 14 minutos e, após desperdiçar uma primeira chance, cobrou uma falta que Abu Laila não conseguiu defender. Mais tarde, aos 34 minutos, Messi encerrou a conta com outra falta, desta vez no canto direito, sem que o goleiro esboçasse reação. Placar final: 3 a 1.

No outro jogo do grupo, Áustria e Argélia empataram por 3 a 3 e ambas avançaram: os austríacos em segundo, com quatro pontos, enfrentarão a Espanha; os argelinos, como uma das melhores terceiras colocadas, terão a Suíça pela frente. A Argentina, invicta e com aproveitamento máximo, aguarda Cabo Verde na próxima sexta-feira — a surpresa da Copa que avançou em segundo lugar do grupo H em sua estreia no torneio.

A Argentina entrou em campo em Dallas já sabendo que havia garantido o primeiro lugar do grupo J. Mesmo assim, cumpriu o protocolo de uma equipe em busca de perfeição: venceu a Jordânia por 3 a 1 no sábado à noite, fechando a fase de grupos com 100% de aproveitamento e nove pontos.

O técnico Lionel Scaloni aproveitou a segurança da classificação para poupar peças. Lionel Messi começou no banco de reservas, uma decisão que fez sentido tático mas que o camisa 10 não deixaria passar sem deixar sua marca. Enquanto isso, Giovani Lo Celso abriu o placar aos 18 minutos do primeiro tempo com um gol que poderia ter sido assinado por Messi em outro contexto — uma cobrança de falta no ângulo, o tipo de execução que define carreiras. Antes disso, Lo Celso já havia tido um gol anulado por impedimento aos seis minutos, quando saiu cara a cara com o goleiro Abu Laila após receber de Julián Álvarez.

O segundo gol argentino veio de pênalti. Lautaro Martínez iniciou a jogada, chutou na trave, e no rebote Nicolás Senesi tentou um peixinho que o goleiro defendeu, mas levou um chute no rosto de Al-Rashdan. O VAR confirmou a penalidade, e Lautaro deslocou Abu Laila para fazer 2 a 0 ainda no primeiro tempo. A Argentina dominava completamente, e a Jordânia, já eliminada antes da partida, pouco podia fazer além de sofrer.

Messi entrou aos 14 minutos do segundo tempo e rapidamente deixou seu recado. Após desperdiçar uma primeira chance, cobrou uma falta que Abu Laila não conseguiu defender adequadamente — o goleiro tentou se adiantar e levou a bola no contrapé. Não foi uma das melhores execuções de Messi, mas o resultado foi o mesmo: gol que ampliava seu recorde na competição. Antes disso, a Jordânia havia diminuído com Al-Tamari, que aproveitou um cruzamento rasteiro aos nove minutos do segundo tempo para fazer 2 a 1. Al-Tamari é conhecido como o "Messi jordaniano" por suas características — perna esquerda dominante, drible curto, velocidade — e foi o primeiro jogador de seu país a atuar em uma das cinco grandes ligas europeias.

Messi marcou novamente aos 34 minutos, desta vez de forma mais clara, cobrando uma falta no canto direito onde Abu Laila nem se moveu. O placar ficou em 3 a 1, e a Argentina encerrou sua participação na fase de grupos sem derrotas. Flaco López, que entrou no lugar de Julián Álvarez, quase ampliou nos minutos finais, e Messi ainda teve outra chance de falta nos acréscimos que não converteu.

No outro jogo do grupo, Áustria e Argélia empataram por 3 a 3 e ambas avançaram. Os austríacos terminaram em segundo lugar com quatro pontos e enfrentarão a Espanha na próxima fase. Os argelinos, também com quatro pontos mas com saldo negativo, avançaram como uma das oito melhores terceiras colocadas e terão pela frente a Suíça. A Argentina, por sua vez, aguarda Cabo Verde na próxima sexta-feira — uma seleção que surpreendeu em sua primeira Copa do Mundo ao avançar em segundo lugar do grupo H.

Messi começou no banco de reservas porque Scaloni aproveitou a segurança da classificação para poupar peças
— Contexto da partida
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que Scaloni colocou Messi no banco se a Argentina já estava classificada?

Model

Era uma questão de gestão. Com o primeiro lugar garantido e sabendo quem seria o próximo adversário, fazia sentido poupar o camisa 10. Mas Messi não é tipo de jogador que fica satisfeito em apenas estar presente — ele quer deixar sua marca.

Inventor

E deixou, não é? Dois gols de falta em poucos minutos.

Model

Exatamente. Entrou aos 14 do segundo tempo e logo marcou. A primeira não foi das melhores — o goleiro ajudou errando — mas a segunda foi pura classe. Mostrou por que continua sendo decisivo mesmo em partidas onde a Argentina já tinha tudo resolvido.

Inventor

O que você achou do desempenho geral da Argentina?

Model

Domínio total. A Jordânia estava eliminada antes de entrar em campo, então não havia muito o que fazer. Lo Celso abriu bem, Lautaro marcou de pênalti, e depois Messi fechou. Foi uma execução profissional de quem já sabe que tem mais desafios pela frente.

Inventor

Cabo Verde deve ser um adversário bem diferente?

Model

Completamente. Cabo Verde surpreendeu todo mundo ao avançar em segundo lugar do seu grupo. A Argentina vai enfrentar uma equipe que já provou que não é fácil de bater, não uma seleção eliminada como a Jordânia.

Inventor

E quanto a esse Al-Tamari, o "Messi jordaniano"?

Model

É interessante. O cara tem qualidades reais — perna esquerda, drible, velocidade — e foi o primeiro jordaniano a jogar em uma grande liga europeia. Marcou um gol bonito, mas no contexto da partida foi apenas um consolo.

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