Há histórias que o futebol conta sem precisar de palavras: em 2007, Lionel Messi banhava um bebê chamado Lamine Yamal em um evento beneficente do Barcelona, e nenhum dos presentes poderia imaginar que aquele instante se tornaria o prólogo de uma final de Copa do Mundo. Dezenove anos depois, os dois produtos da mesma academia se reencontram no maior palco do esporte, ligados por uma fotografia que desafia qualquer roteiro. O próprio Messi, questionado sobre a coincidência em Nova York, resumiu o que palavras dificilmente alcançam: 'É uma loucura, porque é a vida real.'