Aos 38 anos, Messi segue provando que a idade é apenas um número
Há histórias no esporte que transcendem estatísticas, e a de Lionel Messi em Copas do Mundo é uma delas. Aos 38 anos, o argentino chegou a 18 gols em mundiais — mais do que qualquer outro jogador na história —, consolidando duas décadas de presença e transformação em torneios que definem gerações. O que começou com um chute cruzado de um adolescente de 18 anos em 2006 chegou, em junho de 2026, a um número que a maioria dos observadores julgava inalcançável.
- Com dois gols contra a Áustria, Messi ultrapassou todos os artilheiros históricos de Copas e chegou a 18 tentos, reescrevendo o que se acreditava ser o limite humano no futebol de alto nível.
- Aos 38 anos, em sua provável última Copa, Messi já soma cinco gols em apenas dois jogos — hat-trick na estreia e mais dois na segunda partida —, desafiando qualquer narrativa de declínio.
- A Argentina está matematicamente classificada para as oitavas de final da Copa-2026, e o desempenho de Messi transforma o que seria uma despedida simbólica em uma campanha de verdadeiro protagonismo.
- O recorde chega carregado de história: a dor do vice em 2014 no Maracanã, a redenção no Catar em 2022 com sete gols e o título mundial, e agora um novo capítulo que ninguém havia previsto.
Aos 38 anos, Lionel Messi alcançou o que poucos imaginavam possível: tornou-se o maior artilheiro de todos os tempos em Copas do Mundo. Com dois gols na vitória da Argentina sobre a Áustria, em 22 de junho de 2026, ele chegou a 18 tentos em mundiais — um número que resume duas décadas de presença constante no futebol de elite.
O catálogo desses gols revela um jogador de preferências claras e eficiência variada. Treze foram marcados com o pé esquerdo, cinco com o direito. A maioria aconteceu dentro da área, incluindo quatro de pênalti e quatro de rebote. Cinco vieram de fora da área, entre eles um de falta. Tudo começou em 2006, quando um adolescente de 18 anos entrou no segundo tempo contra a Sérvia e Montenegro e chutou cruzado para marcar seu primeiro gol mundial.
A Copa de 2014, no Brasil, foi seu grande teste. Quatro gols e uma Argentina conduzida até a final do Maracanã — onde a derrota para a Alemanha na prorrogação deixou uma ferida que só seria curada oito anos depois. O Catar, em 2022, foi a redenção: sete gols, dois na final contra a França, e o título que faltava para selar seu legado.
Agora, na Copa de 2026, Messi continua surpreendendo. Cinco gols em dois jogos — hat-trick na estreia contra a Argélia e mais dois contra a Áustria — garantiram a classificação antecipada da Argentina. O que parecia ser uma despedida tranquila tornou-se mais um capítulo de um jogador que insiste em provar que talento e vontade não têm prazo de validade.
Aos 38 anos, Lionel Messi alcançou um marco que poucos imaginavam ser possível. Com dois gols na vitória da Argentina sobre a Áustria no dia 22 de junho, ele ultrapassou todos os artilheiros que vieram antes dele nas Copas do Mundo, chegando a 18 tentos. É um número que resume não apenas uma carreira extraordinária, mas duas décadas de presença constante nos torneios mais importantes do futebol.
O catálogo de gols de Messi revela um jogador versátil, embora claramente dominado por sua preferência natural. Treze dos seus 18 gols foram marcados com o pé esquerdo — aquele que o definiu desde jovem. Apenas cinco vieram do pé direito. Quanto à localização, a maioria aconteceu dentro da área: treze gols, sendo quatro de rebote e quatro de pênalti. Os cinco gols de fora da área incluem um de falta, mostrando que mesmo quando distante do gol, ele encontrava maneiras de ser letal.
Tudo começou cedo. Em 16 de junho de 2006, com apenas 18 anos, Messi entrou no segundo tempo da goleada argentina por 6 a 0 sobre a Sérvia e Montenegro. Aos 42 minutos, invadiu a área pela direita e chutou cruzado com o pé direito, ainda usando a camisa 19. Naquele momento, ninguém poderia prever que aquele adolescente se tornaria o maior artilheiro da história das Copas.
A Copa de 2014, no Brasil, foi seu grande teste de fogo. Messi marcou quatro gols e conduziu a Argentina até a final no Maracanã. Fez um contra a Bósnia, outro diante do Irã e dois sobre a Nigéria. Mas a glória eterna escapou por pouco. Mesmo com uma multidão de argentinos na decisão, a seleção perdeu na prorrogação para a Alemanha por 1 a 0. Messi ficou com o vice, e essa ferida marcaria sua carreira até 2022.
O Catar foi sua redenção. Em 2022, Messi marcou sete gols na Copa do Mundo, passando em branco apenas contra a Polônia na terceira rodada. Ele foi o craque da competição, com direito a dois gols na final contra a França, e finalmente levou a Argentina ao título mundial. Aquele troféu, que lhe faltava, selou seu legado de forma definitiva.
Agora, na Copa de 2026, Messi continua escrevendo sua história. Aos 38 anos, já marcou cinco gols em apenas dois jogos. Fez um hat-trick na estreia contra a Argélia e mais dois contra a Áustria. Com esses resultados, a Argentina já está matematicamente classificada para os 16 avos da competição. O que parecia ser uma despedida tranquila transformou-se em mais um capítulo de um jogador que nunca deixou de surpreender. Enquanto o mundo do futebol observa, Messi segue provando que a idade é apenas um número quando se trata de vontade e talento.
Citações Notáveis
Messi demonstra estar com fome de bola na Copa do Mundo de 2026— Análise da performance atual do jogador
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Como um jogador chega aos 38 anos e ainda marca cinco gols em dois jogos de Copa?
Porque Messi nunca parou de trabalhar. Não é sorte. É rotina, é conhecimento do jogo, é saber exatamente onde estar no momento certo.
Mas há algo diferente nesta Copa-2026 comparado às anteriores?
Talvez seja liberdade. Ele já conquistou tudo que precisava conquistar. O título de 2022 tirou um peso que carregava desde 2014. Agora ele joga sem aquele desespero.
Os números mostram 13 gols com o pé esquerdo e apenas 5 com o direito. Isso o torna previsível?
Não. Porque os adversários sabem disso há 20 anos e ainda assim não conseguem impedi-lo. O pé esquerdo é tão bom que não precisa do direito.
E aquele primeiro gol em 2006, aos 18 anos — ele imaginava que chegaria aqui?
Impossível. Ninguém imagina aos 18 anos que vai jogar cinco Copas. Mas uma vez que você começa a vencer, a competir, o corpo e a mente se adaptam.
O que significa para a Argentina ter um jogador assim ainda disponível?
Significa que eles têm uma chance real. Messi não é mais o salvador, mas é ainda o melhor que têm. E isso faz diferença.