No Lago de Palmas, um objeto pequeno e valioso afundou nas águas do Tocantins e, com ele, memórias e dados que nenhum seguro poderia repor. A história de Matheus Alves e seu celular recuperado após vinte e quatro horas submerso nos lembra que a perícia humana — paciente, metódica, especializada — ainda é capaz de devolver ao mundo aquilo que a água parecia ter engolido para sempre.