No início dos anos 1990, nasceu em duas cidades alemãs um automóvel que não cabia numa única fábrica nem numa única identidade: o Mercedes-Benz 500 E percorreu durante 18 dias o trajeto entre Sindelfingen e Zuffenhausen, passando pelas mãos da Porsche — então em crise — para se tornar uma das berlinas mais rápidas da sua geração. A sua existência é um lembrete de que as maiores criações surgem, por vezes, das necessidades mais improváveis e das parcerias mais inesperadas.