Em meio a uma recuperação generalizada dos mercados emergentes, o Brasil nada contra a corrente: o país caminha para registrar a terceira maior saída mensal de capital estrangeiro desde 2008, com R$ 20,5 bilhões retirados até meados de agosto. O JP Morgan, que rebaixou sua recomendação ao país para neutra, aponta não as eleições, mas o dólar forte e os juros americanos como os verdadeiros arquitetos desse êxodo — lembrando que forças globais raramente pedem licença às circunstâncias locais.
Mercados emergentes têm 6ª semana de ganhos, mas Brasil perde US$ 1,6 bi
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