No segundo trimestre de 2026, o mercado global de smartphones gerou US$ 109 bilhões em receita — um recorde histórico alcançado paradoxalmente com menos aparelhos vendidos. A Apple, capturando quase metade de toda essa riqueza, ilustra uma transformação profunda na indústria: o valor de um produto importa mais do que o volume de sua presença. É a era do smartphone como objeto de prestígio, não de massa.