Em meio ao debate global sobre descarbonização, o Brasil assiste a um confronto simbólico entre duas visões de futuro: de um lado, o senador Flávio Bolsonaro questiona o aumento do etanol na gasolina como prejuízo ao consumidor; do outro, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, defende a política como pilar de soberania energética e reindustrialização. O embate, travado em agosto de 2026, não é apenas sobre combustível — é sobre qual narrativa o país escolhe para guiar sua inserção no mundo que emerge da crise climática.
Mercadante rebate Flávio Bolsonaro e defende etanol como estratégia de transição energética
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