Quando documentos protegidos pelo sigilo judicial emergem nas páginas das revistas, o Estado se vê diante de uma contradição essencial: a transparência que a democracia exige e a integridade que o processo justo demanda. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, ordenou à Polícia Federal que investigue quem, dentro da própria estrutura estatal, teria violado o dever de custódia de provas sigilosas ligadas a Fábio Luís Lula da Silva. A decisão, tomada em agosto de 2026, distingue com cuidado o jornalismo — protegido em seu papel de informar — dos agentes públicos que, ao romper o
Mendonça ordena PF investigar vazamentos de inquéritos sobre Lulinha
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