No limiar de um novo ciclo eleitoral, o Supremo Tribunal Federal abriu espaço para que a Polícia Federal investigue Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente, por suspeita de ter usado sua proximidade com o poder para favorecer interesses privados no mercado de canabidiol medicinal. A autorização, concedida pelo ministro André Mendonça, conecta-se a uma teia mais ampla de investigações sobre fraudes no INSS e levanta, uma vez mais, a questão perene sobre os limites entre influência legítima e corrupção quando o poder familiar e o poder de Estado se entrelaçam.