Em Richland, a Meta ergue o projeto Hyperion — uma estrutura de 16 quilómetros quadrados e 5 gigawatts de capacidade que redefine os limites do que a humanidade constrói para alimentar as suas máquinas pensantes. Com um orçamento superior a 50 mil milhões de dólares, este megacentro de dados não é apenas um investimento tecnológico, mas um espelho da ambição civilizacional que a inteligência artificial tem vindo a exigir. A escala do empreendimento — quatro vezes o Central Park, capaz de abastecer mais de quatro milhões de lares — convida a uma reflexão sobre o preço energético e material do m