Quando o Grande Colisor de Hádrons do CERN retomou suas operações em julho de 2026, uma teoria viral emergiu nas redes sociais conectando o acelerador de partículas a alterações nos ciclos menstruais de mulheres ao redor do mundo. A coincidência temporal foi suficiente para alimentar a narrativa — mas não para sustentá-la. Médicos e a comunidade científica são unânimes: não existe mecanismo biológico plausível que una a física de partículas à biologia reprodutiva humana, e a ausência de qualquer evidência nesse sentido é, por si só, uma resposta eloquente.