Nas comunidades rurais do Cerrado e do Pantanal, mulheres sempre souberam que a casca do barbatimão curava. Uma ginecologista em Aquidauana ouviu esse saber com atenção científica e decidiu que ele merecia mais do que respeito — merecia comprovação. O que emergiu foi uma pesquisa que não apenas validou o conhecimento tradicional, mas devolveu às suas guardiãs um lugar visível na construção da ciência.