Em um movimento que redefine a relação entre identidade e dinheiro, a Mastercard anunciou que eliminará as senhas dos seus cartões até 2030, substituindo-as por autenticação biométrica — reconhecimento facial, leitura de digitais e análise comportamental. O presidente da empresa no Brasil, Marcelo Tangioni, sinalizou que a mudança não é apenas técnica, mas filosófica: a segurança deve servir ao ser humano, e não impor-lhe novos fardos. Nessa transição, o que uma pessoa sabe cede lugar ao que ela simplesmente é.