Na noite de 12 de agosto, Marco Aurélio Cunha — médico e ex-dirigente do São Paulo — voltava para casa quando um assalto o lançou numa perseguição instintiva que terminou em queda e cinco costelas fraturadas. O episódio, ocorrido na avenida Doutor Arnaldo, em São Paulo, não é apenas a história de um homem ferido: é um espelho da violência urbana que pune a vítima duas vezes — primeiro pelo crime, depois pela culpa que a sociedade lhe atribui. Recuperando-se em casa após dois dias de UTI, Cunha transformou a dor em reflexão sobre receptação, policiamento preventivo e a inversão moral que proteg
Marco Aurélio Cunha se recupera em casa e rastreia celular roubado até o Cambuci
Marco Aurélio Cunha sofreu cinco fraturas de costela, ferimento na cabeça e pneumotórax após ser assaltado e cair durante perseguição ao criminoso.