Em resposta às exigências do Artificial Intelligence Act europeu, a Anthropic decidiu embutir marcas d'água invisíveis em todos os textos produzidos pelo Claude — uma escolha que reflete a tensão crescente entre transparência algorítmica e liberdade criativa. A medida, imperceptível ao leitor humano mas resistente a pequenas edições, busca distinguir a autoria maquínica da humana sem interromper o fluxo da experiência. Como tantas respostas legislativas à inovação, ela levanta perguntas que ainda não têm resposta: quem é o autor quando a ferramenta escreve, e o que significa responsabilidade n