No dia em que a Ucrânia celebrava 35 anos de independência, mais de 50 nações e a União Europeia se reuniram nas Nações Unidas para exigir da Rússia um cessar-fogo total e imediato — um gesto que uniu a diplomacia ao calendário da história. O apelo, lido pelo chanceler dinamarquês Lars Løkke Rasmussen, chegou em meio ao mês mais letal para civis ucranianos desde o início da invasão em larga escala, com 437 mortos registrados só em agosto de 2026. A comunidade internacional reafirmou sua posição, mas a efetividade dessa voz coletiva depende, como sempre, da disposição do outro lado em ouvir.
Mais de 50 países pedem cessar-fogo imediato da Rússia na Ucrânia
Pelo menos 437 civis ucranianos mortos em agosto de 2026, representando o maior número de vítimas em um único mês desde o início da invasão em larga escala.
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