Em Plattsburgh, Nova York, um protótipo silencioso e sem querosene elevou-se ao céu por 27 minutos e pousou com a conta de energia de um jantar modesto. O X1, da Heart Aerospace, não é apenas o maior avião elétrico já construído — é um argumento econômico e técnico de que a aviação movida a bateria deixou o domínio da promessa e entrou no da evidência. Num momento em que o combustível fóssil encareceu 63% em um ano, esse voo coloca uma pergunta inevitável diante de toda a indústria: por quanto tempo ainda faz sentido queimar querosene?