Em um aeroporto discreto no norte de Nova York, a Heart Aerospace ergueu ao ar o maior avião totalmente elétrico já construído — e o trouxe de volta ao solo por menos de cinco dólares em energia. O voo do protótipo X1 não foi apenas uma façanha de engenharia; foi o momento em que a aviação elétrica deixou de ser promessa e começou a se tornar cálculo financeiro. United Airlines e Air Canada já observam com o interesse de quem precisa decidir o futuro de suas frotas.