Mahrez elogia Ederson: «Claro que foi tudo planeado»

Claro que foi tudo planeado. Sabemos como ele coloca a bola.
Mahrez reconhece o trabalho tático de Ederson no primeiro golo da vitória sobre o PSG.

Na noite em que o Manchester City atravessou a fronteira entre a esperança e a história, foi Riyad Mahrez — saído do banco — quem assinou os dois golos que afastaram o PSG e garantiram a presença na final da Liga dos Campeões. Mais do que uma exibição individual, o argelino quis sublinhar o coletivo: a solidez defensiva, o trabalho tático ensaiado, a cumplicidade entre todos. Uma vitória que não nasceu do improviso, mas da construção paciente de uma equipa que finalmente chegou ao lugar que perseguia há anos.

  • Mahrez entrou como suplente e saiu como protagonista, marcando os dois golos que selaram o triunfo do City sobre o PSG na meia-final europeia.
  • O primeiro golo revelou uma jogada ensaiada nos treinos: Ederson lançou um passe longo para a área adversária, mostrando que o guarda-redes é cada vez mais peça ativa na construção do jogo.
  • A solidez defensiva foi o verdadeiro alicerce da noite — o City manteve o PSG afastado do perigo durante toda a partida, recusando conceder oportunidades claras.
  • O Manchester City chega finalmente à final da Liga dos Campeões, mas o foco imediato recai sobre o jogo de sábado na Premier League, onde as ambições no campeonato também estão em jogo.

Riyad Mahrez saiu do banco de suplentes e tornou-se o homem da noite: os seus dois golos derrubaram o PSG (2-0) e garantiram ao Manchester City um lugar na final da Liga dos Campeões. Uma exibição que o colocou no centro das atenções, mas que o próprio argelino tratou de partilhar com os companheiros.

Sobre o primeiro golo, Mahrez foi rápido a elogiar Ederson. «Claro que foi tudo planeado», disse com um sorriso, reconhecendo que o passe longo do guarda-redes para a área adversária era fruto de trabalho tático ensaiado — não improviso. O City tem em Ederson um elemento cada vez mais criativo na construção do jogo.

Para Mahrez, porém, o que mais pesou foi a solidez defensiva coletiva. «É preciso mostrar solidez defensiva, da parte de toda a gente, e foi isso que conseguimos», explicou. A organização, a compacidade, a recusa em ceder espaços — tão importantes quanto os golos marcados.

O argelino sabia que o trabalho estava longe de terminar: primeiro um jogo de sábado pela Premier League, depois toda a atenção voltada para a final europeia — o prémio máximo que o City, depois de anos de perseguição, finalmente pode alcançar.

Riyad Mahrez saiu do banco de suplentes e entrou na história do Manchester City na noite em que a equipa selou o seu lugar na final da Liga dos Campeões. O extremo argelino marcou os dois golos que derrubaram o PSG (2-0) na meia-final, uma exibição que o colocou no centro das atenções após o apito final.

Mas Mahrez não quis roubar toda a glória. Quando lhe perguntaram sobre o primeiro golo, o jogador foi rápido a elogiar Ederson, o guarda-redes que iniciou a jogada com um passe longo para a área adversária. «Claro que foi tudo planeado», respondeu com um sorriso, reconhecendo que aquele movimento não era improviso, mas sim o resultado de trabalho tático que a equipa tinha ensaiado nos treinos. Ederson, cada vez mais um elemento criativo na construção do jogo do City, tinha feito exatamente o que lhe pediam: colocar a bola no espaço certo, no momento certo.

Para Mahrez, porém, o que mais importava era a solidez defensiva que o Manchester City tinha demonstrado ao longo de toda a partida. Não era apenas sobre os golos que marcou, mas sobre a forma como a equipa tinha conseguido manter o PSG afastado do perigo. «É preciso mostrar solidez defensiva, da parte de toda a gente, e foi isso que conseguimos», explicou o argelino. A defesa compacta, a organização coletiva, a recusa em conceder oportunidades claras — tudo isto tinha sido tão importante quanto a eficácia ofensiva.

O jogador estava ciente de que aquela vitória tinha um peso específico. Não era apenas uma meia-final ganha; era a confirmação de que o Manchester City tinha finalmente conseguido chegar à final da Liga dos Campeões, um objectivo que a equipa perseguia há anos. Mahrez sabia também que o trabalho estava longe de terminar. Havia ainda um jogo de sábado pela Premier League, um compromisso que o City precisava de vencer para manter vivas as suas ambições no campeonato nacional. Depois disso, toda a atenção se voltaria para a final europeia, o prémio máximo que a equipa agora podia alcançar.

É preciso mostrar solidez defensiva, da parte de toda a gente, e foi isso que conseguimos. Não concedemos muitos golos e acho que é por isso que estamos na final.
— Riyad Mahrez
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Mahrez diz que tudo foi planeado no primeiro golo. Mas quanto dessa preparação é realmente tática e quanto é apenas o instinto de um jogador experiente?

Model

A diferença é menor do que parece. Ederson treina especificamente para fazer aqueles passes longos — é uma instrução clara de Guardiola. Mas Mahrez precisa de estar no lugar certo, de ler o espaço, de rematar com precisão. O planeamento cria a oportunidade; o talento individual a concretiza.

Inventor

Ele insistiu muito na defesa sólida. Porquê? Não era óbvio que o City tinha ganho 2-0?

Model

Porque sabe que contra equipas como o PSG, a defesa é o que te mantém vivo. Neymar, Mbappé — estes jogadores podem explodir a qualquer momento. Mahrez estava a dizer: ganhámos porque não cometemos erros, não porque fomos brilhantes.

Inventor

E o facto de ele estar no banco e depois entrar para fazer dois golos — isso muda algo na forma como vê a vitória?

Model

Muda tudo. Mahrez sabe que não era a escolha óbvia, que teve de provar algo. Quando falas assim depois, com essa humildade sobre Ederson e a defesa, estás a reconhecer que a vitória foi colectiva, não tua.

Inventor

Ele menciona o jogo de sábado e depois a final. Está a tentar manter os pés no chão?

Model

Está a ser profissional. Sabe que a Premier League ainda não está ganha, que há pontos em jogo. Mas claro que a mente já está na final. É impossível não estar.

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