Enquanto o inverno convida ao descanso, Macaé mantém acesa a vigilância contra o Aedes aegypti — um mosquito cujos ovos dormem pacientemente nos meses frios, prontos para despertar com o calor. A cidade compreende que a prevenção não tem estação: combater o mosquito antes que ele se multiplique é uma forma de cuidado coletivo que exige disciplina mesmo quando a urgência não é visível. Entre armadilhas de monitoramento, visitas a pontos estratégicos e teatro de fantoches nas escolas, Macaé constrói, tijolo a tijolo, um escudo comunitário contra os surtos que o verão poderia trazer.