Em um gesto que mistura geopolítica e soberania energética, o presidente Lula embarcou em um navio-sonda da Petrobras no Amapá para transformar uma descoberta de hidrocarbonetos na Margem Equatorial em argumento de poder nacional. A provocação a Trump e ao risco de fechamento do estreito de Ormuz revelou que, para o Brasil, petróleo nunca foi apenas recurso — é posição no tabuleiro do mundo. A descoberta ainda aguarda confirmação de volume viável, mas já reacendeu o debate sobre o que o país quer ser na ordem energética global.