Em um momento de reconfiguração das alianças globais, os presidentes Lula e Xi Jinping conversaram por telefone para aprofundar uma parceria que abrange tecnologia de ponta, comércio estratégico e diplomacia multilateral. A conversa reflete um movimento mais amplo do Brasil em busca de diversificação — afastando-se da dependência de um único polo de poder e aproximando-se de uma arquitetura internacional mais plural. Quando dois países do peso de Brasil e China convergem na crítica à paralisia da ONU e apostam em iniciativas próprias de paz, o centro de gravidade da política mundial dá sinais