Na manhã de 21 de agosto, os presidentes Lula e Trump conversaram por oitenta minutos em tom que o Planalto descreveu como amistoso — tempo suficiente para que dois líderes de visões distintas tentassem encontrar terreno comum sobre tarifas comerciais, crime organizado e conflitos globais. A ligação revela a tensão permanente entre interdependência econômica e afirmação de soberania: o Brasil precisa dos mercados americanos, mas recusa os termos que Washington impõe para acessá-los. No horizonte, ficou a promessa de reuniões entre equipes e um possível encontro presencial — sinais de que o diá