Diante das superpotências que dominam o século, o Brasil de Lula escolhe um caminho diferente da confrontação: o da inteligência aplicada. Em Niterói, na 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, o presidente reconheceu com clareza as limitações militares e tecnológicas do país — e transformou esse reconhecimento não em rendição, mas em estratégia. A soberania nacional, argumentou, será construída nos laboratórios, nas universidades e nas reservas de terras raras, não nos campos de batalha.