Entre a cordialidade declarada e a tensão diplomática real, o presidente Lula traça uma linha divisória dentro da própria administração americana: de um lado, Trump, com quem reivindica respeito mútuo e responsabilidade histórica; do outro, Marco Rubio, retratado como um agente de ressentimentos pessoais disfarçados de política externa. Essa distinção revela menos uma diplomacia de confiança do que uma estratégia de sobrevivência — isolar o adversário para preservar o canal com o poder.
Lula critica Marco Rubio como bolsonarista e elogia respeito de Trump
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