Na quarta-feira, o presidente Lula assinou quatro decretos que redefinem a arquitetura energética do Brasil — abrindo o mercado livre de eletricidade a pequenos consumidores, regulamentando combustíveis sustentáveis para a aviação e criando um marco para a captura de carbono. É um movimento que reconhece que a transição energética não acontece apenas nas grandes usinas, mas também na escolha que um hospital ou uma escola faz sobre de quem compra sua luz. O Brasil aposta que descentralizar o poder de escolha e certificar novas tecnologias pode alinhar crescimento econômico e responsabilidade cl