O último jato a receber esta pintura especial que já decorou cinco outras aeronaves
No coração dos Pirineus franceses, onde a Airbus dá forma ao futuro da aviação, a Lufthansa recebeu uma aeronave que carrega dois pesos simbólicos ao mesmo tempo: o maior bimotor de sua história e o último avião a ostentar a pintura azul comemorativa de seu centenário. O Grou branco sobre a fuselagem azul não é apenas identidade visual — é o encerramento de um ciclo de celebração e a abertura silenciosa de uma nova era operacional para a companhia alemã.
- O A350-1000 (D-AIFA) é o maior bimotor já encomendado pela Lufthansa, preenchendo um vazio deixado pelos atrasos contínuos do Boeing 777-9X.
- A pintura azul com o Grou branco transforma a chegada técnica de uma aeronave em um momento de memória coletiva — e este é o último avião a recebê-la.
- Antes de transportar um único passageiro, o jato enfrentará meses de testes rigorosos em Toulouse: motores em solo, táxi, aceleração e voo inaugural.
- Baseado em Munique, o A350-1000 abre a possibilidade concreta de assumir a rota para São Paulo/Guarulhos, hoje operada pelo modelo menor A350-900.
No dia 13 de julho, nas instalações da Airbus em Toulouse, a Lufthansa recebeu seu primeiro A350-1000 — identificado pelo número de série 799 e matrícula D-AIFA. O jato chegou inteiramente pintado de azul, com o Grou branco estampado na fuselagem central, em homenagem ao centenário da companhia aérea alemã. Esta é a sexta e última aeronave a receber o design comemorativo, que passou antes por um A320neo, um A350-900, um A380-800, um Boeing 747-8i e um Boeing 787-9 Dreamliner.
A chegada do A350-1000 representa um marco operacional: trata-se do maior bimotor já operado pela Lufthansa, ao menos até que o Boeing 777-9X — cujas entregas seguem significativamente atrasadas — finalmente chegue. A variante -1000 é uma versão alongada do A350-900, com maior capacidade de passageiros e alcance estendido, atributos valiosos para uma companhia que conecta a Europa a destinos como São Paulo.
Antes de entrar em serviço comercial, o jato passará por uma bateria de testes conduzidos pela Airbus: verificações de motor em solo, testes de táxi e aceleração, e por fim o voo inaugural. Somente após esse processo o avião estará apto a receber passageiros.
A Lufthansa confirmou que os A350-1000 serão inicialmente baseados em Munique. Embora a rota de estreia ainda não tenha sido anunciada oficialmente, a possibilidade de que o modelo substitua o A350-900 na ligação com São Paulo/Guarulhos é real e aguardada com atenção pelo setor. Com este avião, a companhia encerra um ciclo de celebrações visuais e inicia uma nova fase de sua história operacional.
A Lufthansa recebeu seu primeiro Airbus A350-1000 com uma pintura que não passa despercebida. O jato, identificado pelo número de série 799 e que receberá a matrícula D-AIFA, foi avistado na fábrica da Airbus em Toulouse, nos Pirineus franceses, no dia 13 de julho. Ele chega pintado inteiramente de azul, com o Grou — o pássaro que simboliza a companhia aérea alemã — em branco na seção central da fuselagem. Trata-se de uma homenagem ao centenário da Lufthansa, e este será o último avião a receber este design especial que já decorou cinco outras aeronaves da frota.
O A350-1000 marca um ponto importante na história operacional da companhia. Será o maior bimotor que a Lufthansa já operou, pelo menos até a chegada do Boeing 777-9X, cuja entrega segue significativamente atrasada. A variante -1000 do A350 é uma versão alongada do modelo -900, oferecendo maior capacidade de passageiros e alcance estendido — características que interessam a uma companhia aérea que opera rotas de longo curso para destinos como São Paulo.
Antes de entrar em operação comercial, o jato passará por uma série de testes rigorosos. Nos próximos meses, a Airbus realizará testes de motor em solo, seguidos por testes de táxi, aceleração e, finalmente, o primeiro voo. Apenas após essa bateria de verificações o avião estará pronto para receber seus primeiros passageiros.
A Lufthansa já confirmou que os A350-1000 serão baseados em Munique, pelo menos inicialmente. A escolha da base operacional abre perspectivas interessantes sobre como a companhia pretende empregar esses novos jatos. Embora a rota de estreia ainda não tenha sido oficialmente anunciada, existe a possibilidade de que o A350-1000 venha a substituir a versão menor A350-900 na rota para São Paulo/Guarulhos — uma das principais conexões da Lufthansa com a América do Sul.
A pintura azul comemorativa representa mais do que um gesto simbólico. É o encerramento de uma série de homenagens que começou com um A320neo e passou por um A350-900, um A380-800, um Boeing 747-8i e um Boeing 787-9 Dreamliner. Cada um desses aviões recebeu o mesmo tratamento visual, transformando a chegada de novos jatos em momentos de celebração corporativa. Com o A350-1000, a Lufthansa encerra esse ciclo de pintura especial, marcando o fim de uma era e o início de outra.
Citas Notables
Este é o último jato a receber esta pintura especial, que já foi aplicada em um Airbus A320neo, A350-900, A380-800, além dos Boeings 747-8i e 787-9 Dreamliner— Informação da Lufthansa sobre o programa de pintura comemorativa
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Por que a Lufthansa escolheu justamente o A350-1000 para essa pintura comemorativa?
Porque é um marco. É o primeiro da variante -1000 que a companhia recebe, e também o maior bimotor que ela já operou. Faz sentido celebrar isso.
E por que Munique? Não seria mais lógico baseá-lo em Frankfurt, que é o hub principal?
Munique é uma base importante para a Lufthansa, e talvez haja rotas específicas de longo curso que façam mais sentido partir de lá. A rota para São Paulo é um exemplo que circula.
Essa história da pintura azul em seis aviões diferentes — é marketing puro?
É, mas também é tradição. Cada novo tipo de aeronave que entra na frota recebe essa honra. É a forma da companhia dizer: isso importa, isso é histórico.
Quanto tempo leva do avistamento na fábrica até o primeiro voo comercial?
Meses. Primeiro vêm os testes de motor, depois táxi, aceleração, voo de teste. Tudo tem de ser verificado antes de levar passageiros.
E se o 777-9X finalmente chegar — o que muda?
Muda a hierarquia de tamanho. O 777-9X será ainda maior. Mas por enquanto, o A350-1000 é o maior bimotor que a Lufthansa tem.