Em um momento em que a criatividade humana se vê confrontada por algoritmos cada vez mais sofisticados, um estudo da Universidade Villanova revela que mais de 2,5 mil leitores não apenas falharam em distinguir textos gerados pelo ChatGPT de histórias escritas por pessoas, como também os avaliaram como superiores em qualidade e envolvimento. O achado expõe uma lacuna entre o que as pessoas acreditam que as máquinas são capazes de fazer e o que elas realmente produzem — uma distância que, segundo os pesquisadores, só tende a diminuir com maior familiaridade com as ferramentas de inteligência art