Homem é preso ao esconder celular furtado dentro de prótese em Macapá

Escondeu o celular roubado dentro de sua própria prótese
O método inusitado usado por Roselindo Medeiros para tentar levar o aparelho furtado chamou atenção das autoridades.

Na madrugada de um domingo em Macapá, a linha tênue entre vulnerabilidade e transgressão se manifestou de forma inusitada: um homem com deficiência física utilizou sua própria prótese mecânica para ocultar um celular furtado na Orla da cidade. A Guarda Civil, acionada pela vítima minutos após o crime, localizou o suspeito a poucos quarteirões do local — lembrando que a vigilância atenta dos espaços públicos pode encurtar o caminho entre o delito e a responsabilização. O episódio convida à reflexão sobre como a condição humana, em toda a sua complexidade, pode coexistir com escolhas que desafiam a convivência coletiva.

  • Às 2h40 de um domingo, um celular desaparece na Orla de Macapá e a vítima aciona imediatamente a Guarda Civil, desencadeando uma busca noturna pelo centro da cidade.
  • O suspeito, portador de deficiência física, havia escondido o aparelho furtado dentro de sua própria prótese mecânica — um esconderijo improvável que revelou premeditação.
  • A equipe da ROMU localizou Roselindo Medeiros, 54 anos e com histórico criminal, a poucos quarteirões do crime, nas proximidades de uma agência bancária.
  • A revista à prótese confirmou o celular no interior do dispositivo, exatamente como a vítima havia descrito, resultando em prisão em flagrante com garantia dos direitos constitucionais do suspeito.
  • O caso reforça o papel do patrulhamento ostensivo noturno em áreas públicas como fator decisivo na recuperação rápida de bens e na responsabilização imediata de suspeitos.

Na madrugada de domingo, pouco antes das 3h, a Ronda Ostensiva Municipal da Guarda Civil de Macapá recebeu um chamado vindo de um quiosque na Orla da cidade: uma vítima relatava o furto de seu celular no Trapiche Eliezer Levy, em frente ao antigo Macapá Hotel. Ela havia identificado o autor e fornecido suas características aos guardas, que partiram imediatamente em busca pelo centro.

O que tornaria o caso singular era o esconderijo escolhido pelo suspeito: ele havia colocado o aparelho roubado dentro de sua própria prótese mecânica antes de fugir do local. A equipe da ROMU não precisou procurar por muito tempo — a poucos quarteirões, próximo a uma agência do Banco Bradesco, o homem foi localizado e abordado.

Durante a revista, os guardas examinaram a prótese e encontraram o celular exatamente onde a vítima havia indicado. O suspeito foi identificado como Roselindo Medeiros, 54 anos, com passagem pelo sistema penitenciário do Amapá e histórico de reincidência criminal. Preso em flagrante com seus direitos constitucionais assegurados, ele foi encaminhado junto à vítima e ao aparelho recuperado ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública do bairro Pacoval.

O episódio, divulgado na segunda-feira, ilustra como o patrulhamento noturno em espaços públicos pode ser determinante para a recuperação ágil de bens e a prisão imediata de suspeitos — mesmo nas horas em que a cidade dorme.

Eram 2h40 da madrugada de um domingo quando a Ronda Ostensiva Municipal da Guarda Civil de Macapá recebeu um chamado de uma vítima em um quiosque na Orla da cidade. Um celular havia desaparecido. O que começou como um furto comum se transformaria em um caso que chamaria atenção pela criatividade do esconderijo: o suspeito havia colocado o aparelho roubado dentro de sua própria prótese mecânica.

A vítima estava no Trapiche Eliezer Levy, em frente ao antigo Macapá Hotel, quando percebeu que o telefone havia sumido. Ela identificou rapidamente quem havia cometido o roubo e acionou os guardas. O homem, que possui deficiência física, havia fugido do local assim que consumou o furto, levando consigo o celular escondido na prótese.

Com as características do suspeito em mãos, a equipe da ROMU saiu em busca imediata pela região central. Não demorou muito. A poucos quarteirões dali, nas proximidades de uma agência do Banco Bradesco, os guardas localizaram e abordaram o homem. Durante a revista pessoal, examinaram a prótese e encontraram o celular lá dentro, exatamente onde a vítima havia dito que estaria.

O aparelho foi imediatamente reconhecido como propriedade da vítima. O suspeito foi identificado como Roselindo Medeiros, um homem de 54 anos com histórico de reincidência criminal. Segundo informações da Guarda Civil, ele já havia passado pelo Instituto de Administração Penitenciária do Amapá. Diante do flagrante, recebeu voz de prisão com garantia de seus direitos constitucionais.

Tanto o suspeito quanto a vítima e o celular recuperado foram encaminhados ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública do bairro Pacoval, onde as medidas legais cabíveis foram adotadas. O caso, divulgado nesta segunda-feira, exemplifica como o patrulhamento ostensivo em áreas públicas pode resultar em recuperação rápida de bens roubados e prisão em flagrante, mesmo em horários de madrugada quando a circulação de pessoas é reduzida.

Roselindo Medeiros é reincidente na prática de crimes e possui passagens pelo Instituto de Administração Penitenciária do Amapá
— Guarda Civil Municipal de Macapá
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Por que um caso de furto comum ganhou tanta repercussão?

Model

Não foi apenas o furto em si. Foi o método. Usar a própria prótese como esconderijo é algo que ninguém esperaria, e isso chamou atenção porque mostra criatividade criminosa, mas também vulnerabilidade — o homem estava ali, visível, e ainda assim tentou levar o celular.

Inventor

A rapidez da polícia foi decisiva?

Model

Completamente. Foram poucos minutos entre o chamado e a abordagem. A vítima identificou o suspeito no momento, os guardas saíram em patrulha de rotina e o encontraram a poucas ruas dali. Se tivesse passado mais tempo, ele poderia ter se livrado do celular ou desaparecido.

Inventor

Qual é o perfil deste Roselindo Medeiros?

Model

Um homem de 54 anos com passagens anteriores pela prisão. Não é um criminoso ocasional. Ele já conhece o sistema penitenciário do estado. Isso sugere que o furto não foi um ato isolado, mas parte de um padrão de comportamento.

Inventor

A deficiência física dele muda algo na forma como vemos o crime?

Model

Muda a perspectiva, mas não a realidade do furto. Ele é uma pessoa com deficiência que cometeu um crime. Os dois fatos coexistem. O que importa é que ele foi preso em flagrante, o celular foi recuperado e o processo legal seguiu seu curso.

Inventor

O que este caso diz sobre segurança em espaços públicos?

Model

Que mesmo em horários de madrugada, em áreas que parecem vazias, há patrulhamento. E que quando alguém denuncia um crime no momento em que acontece, a polícia consegue agir rápido. É um lembrete de que a Orla, apesar de ser um espaço público, tem vigilância.

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