Depois de quatro tentativas e uma trajetória marcada por prisão, derrotas e persistência, Keiko Fujimori recebeu a faixa presidencial do Peru em julho de 2026, tornando-se a primeira mulher eleita para o cargo na história do país. Filha de um ditador, vencedora por margem de menos de cinquenta mil votos, ela herda uma nação que destituiu dez presidentes em uma década — e promete, com tecnologia e diálogo, fazer o que a política peruana raramente conseguiu: governar.