Nesta terça-feira, 28 de julho, Keiko Fujimori assume a presidência do Peru carregando o peso de um país marcado por uma década de instabilidade política e uma crise de segurança que triplicou os homicídios em sete anos. Eleita por margem estreita, ela herda um Estado fraturado — oito presidentes desde 2016 — e promete mão firme contra o crime organizado, ainda que governar exija a arte difícil da concessão. Sua posse é, ao mesmo tempo, um recomeço e um espelho das contradições que o Peru ainda precisa enfrentar.
Keiko Fujimori assume presidência do Peru com desafios em segurança e economia
Aumento significativo de homicídios (2,6 mil em 2025) e extorsões (26,5 mil denúncias) refletem crise de segurança que afeta população peruana.