Por trás de cada personagem que chega às telas existe um cemitério silencioso de versões que nunca foram — e o livro de artes conceituais de Homem-Aranha: Um Novo Dia abre as portas desse lugar. As imagens revelam que o Justiceiro quase surgiu com o visual clássico dos quadrinhos, luvas brancas e caveira no peito, antes que a equipe criativa optasse por uma versão mais ancorada no realismo do MCU contemporâneo. É um lembrete de que identidade visual é também escolha narrativa: o que um personagem veste diz, antes de qualquer diálogo, quem ele é e em que mundo habita.