Em Brasília, um gerente de hamburgueria descobriu que a tecnologia pode ser tanto ferramenta quanto testemunha: ao usar inteligência artificial para falsificar provas de entregas no iFood, ele não apenas enganou consumidores, mas destruiu o vínculo de confiança que sustenta qualquer relação de trabalho. A Justiça do Trabalho manteve sua demissão por justa causa, lembrando que a posição gerencial carrega uma responsabilidade moral que nenhum algoritmo pode encobrir. O episódio situa-se num momento em que a IA amplia capacidades humanas — inclusive, como aqui se vê, a capacidade de fraudar.