Pela segunda vez em menos de um ano, a Justiça do Rio de Janeiro decretou a falência da Oi, encerrando o que restava de esperança em um longo e tortuoso processo de recuperação. Com R$ 44 bilhões em dívidas e 164 mil credores à espera, a empresa de telecomunicações chegou ao ponto em que nenhum recurso jurídico pôde mais adiar o inevitável. A decisão da desembargadora Monica Maria Costa Di Piero não é apenas um ato judicial — é o reconhecimento de que há limites para o quanto uma instituição pode ser sustentada por promessas não cumpridas.
Justiça decreta falência da Oi pela segunda vez; dívida chega a R$ 44 bilhões
A falência afeta aproximadamente 164 mil credores e potencialmente milhares de trabalhadores da empresa, cujos direitos trabalhistas e constitucionais devem ser preservados conforme destacado pela magistrada.