Entre Lisboa e Belo Horizonte, um celular esquecido numa poltrona tornou-se o centro de uma disputa que vai além do objeto em si: quem carrega a responsabilidade pelo que deixamos para trás quando viajamos? Um juiz respondeu com clareza que a companhia aérea cumpre seu papel ao transportar o passageiro com segurança — e que a vigilância sobre os próprios pertences é um dever que permanece com o viajante, do embarque ao desembarque.
Juiz nega indenização a passageira que perdeu celular em voo Lisboa-Belo Horizonte
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Alinha-se com jurisprudência internacional que limita responsabilidade de transportadores por negligência de passageiros em segurança de pertences pessoais.
Economic Lens
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