Jovem desaparecida é encontrada morta e enterrada em fazenda no RJ

Bianca da Silva Ribeiro, 26 anos, foi morta e parcialmente enterrada, deixando impacto devastador em sua família e comunidade.
Carregando o corpo inerte, completamente desacordado, sem qualquer movimento
Descrição do que as câmeras de segurança registraram quando o suspeito retirava Bianca da hospedagem.

Bianca da Silva Ribeiro tinha 26 anos e uma vida inteira pela frente quando saiu para uma noite de festa no Rio de Janeiro e não voltou. Seu corpo foi encontrado cinco dias depois, parcialmente enterrado em uma fazenda no interior fluminense, enquanto o homem em quem ela confiava — seu próprio namorado — tentava apagar os rastros do que havia feito. É uma história antiga e devastadora: a violência que nasce dentro dos laços mais íntimos, e a busca por justiça que começa quando já é tarde demais.

  • Bianca desapareceu na madrugada de 5 para 6 de julho após sair com o namorado para um evento na Pedra do Sal — e nunca mais foi vista com vida.
  • Câmeras de segurança da hospedagem destruíram a versão do suspeito: as imagens mostram ele saindo sozinho, carregando o corpo inerte da jovem até seu veículo.
  • Para desviar as investigações, ele enviou a uma testemunha uma foto de Bianca em área de mata e tentou incriminar o ex-namorado dela — uma encenação que não resistiu ao avanço das apurações.
  • Um funcionário de fazenda em Miguel Pereira, cidade natal do casal, lembrou que o suspeito havia pedido emprestados uma pá e uma enxada — e foi ele quem indicou à polícia o local onde o corpo foi encontrado.
  • A Justiça deferiu a prisão temporária, mas o suspeito permanece foragido enquanto as buscas continuam e a família de Bianca tenta assimilar uma perda irreversível.

Bianca da Silva Ribeiro tinha 26 anos quando saiu com o namorado para um evento na Pedra do Sal, no centro do Rio de Janeiro. Os dois foram depois a uma hospedagem alugada por aplicativo na Rua do Ouvidor. Naquela madrugada, ela foi morta. Cinco dias depois, seu corpo apareceu parcialmente enterrado em uma fazenda em Miguel Pereira, no interior fluminense.

Quando a polícia iniciou as investigações, o namorado apresentou uma versão simples: não sabia o endereço da hospedagem porque Bianca havia feito a reserva. Era mentira. As câmeras de segurança registraram ele saindo sozinho do prédio, carregando o corpo inerte da jovem e colocando-a no veículo antes de partir para o interior do estado.

Para confundir as investigações, ele enviou a uma testemunha uma foto de Bianca em área de mata, fingindo desespero e tentando desviar as suspeitas para o ex-namorado dela. Enquanto isso, o corpo permanecia enterrado.

Na manhã seguinte ao desaparecimento, ele havia voltado a Miguel Pereira — cidade natal de ambos — e pedido emprestados uma pá e uma enxada a um funcionário de fazenda, alegando que faria uma obra. Quando o caso de Bianca foi divulgado, o trabalhador procurou a polícia e indicou o local. Foi ali que os policiais encontraram o corpo, na sexta-feira, dia 10 de julho.

A Justiça deferiu a prisão temporária do suspeito, mas ele seguia foragido. As buscas continuavam, e a família de Bianca enfrentava a dor de uma ausência que não teria fim.

Bianca da Silva Ribeiro tinha 26 anos quando desapareceu na noite de 5 de julho. Ela havia saído com o namorado para um evento na Pedra do Sal, no centro do Rio de Janeiro, e depois os dois se dirigiram a uma hospedagem alugada por aplicativo na Rua do Ouvidor. Naquela madrugada, algo aconteceu que a mataria. Cinco dias depois, seu corpo foi encontrado parcialmente enterrado em uma fazenda em Miguel Pereira, no interior fluminense.

O namorado é o principal suspeito. Quando a polícia começou a investigar o desaparecimento no dia 6 de julho, ele contou uma história simples: não sabia o endereço da hospedagem porque ela mesma havia feito a reserva. Era uma mentira. As câmeras de segurança do local registraram tudo. Ele saiu sozinho do prédio — não com ela, como teria sugerido sua versão aos conhecidos. Depois, as imagens o mostram carregando o corpo inerte da jovem, completamente desacordada, sem qualquer movimento de resistência, e colocando-a dentro de seu veículo antes de partir para o interior do estado.

Enquanto a polícia rastreava seus passos, ele tentou semear confusão. Enviou a uma testemunha uma foto de Bianca em uma área de mata, fingindo desesperação, tentando desviar as suspeitas para o ex-namorado dela. Era uma tentativa de reescrever a narrativa enquanto o corpo dela permanecia enterrado.

Na manhã seguinte ao desaparecimento, ele voltou para Miguel Pereira, a cidade natal de ambos. Procurou um funcionário de uma fazenda local e pediu emprestados uma pá e uma enxada, alegando que faria uma obra. O trabalhador não questionou nada naquele momento. Mas quando o desaparecimento de Bianca foi divulgado, a desconfiança o atingiu. Ele procurou a polícia e indicou o local para onde o homem havia se dirigido. Foi ali, naquela área de mata, que os policiais militares encontraram o corpo na sexta-feira, 10 de julho.

Os depoimentos colhidos e as provas reunidas ao longo da investigação permitiram que a polícia identificasse com clareza quem havia cometido o crime. A Justiça deferiu a prisão temporária do suspeito. Mas ele permanecia foragido. As buscas continuavam, e a polícia seguia em diligências para localizá-lo, enquanto a família de Bianca enfrentava a realidade de que ela não voltaria para casa.

Ele afirmou a conhecidos que não sabia informar o endereço da hospedagem, alegando que a reserva havia sido feita pela própria vítima
— Polícia Civil, durante investigação
A Conversa do Hearth Outra perspectiva sobre a história
Inventor

Como a polícia conseguiu desmontar a história que ele contava?

Model

As câmeras de segurança foram decisivas. Elas mostraram exatamente o que aconteceu — ele saindo sozinho, depois carregando o corpo dela. Não havia espaço para interpretação.

Inventor

E por que ele tentou incriminar o ex-namorado?

Model

Porque estava desesperado. Sabia que a polícia o procurava. Enviar aquela foto era uma tentativa de criar dúvida, de apontar para outra direção enquanto o tempo passava.

Inventor

O funcionário da fazenda — ele desconfiou logo?

Model

Não. Ele acreditou na história da obra. Mas quando ouviu falar do desaparecimento, tudo fez sentido. A pá, a enxada, o comportamento estranho. Aí ele foi à polícia.

Inventor

Qual era a relação deles? Eles moravam juntos?

Model

Não sabemos os detalhes da vida deles antes daquele evento. O que sabemos é que naquela noite, algo aconteceu que a matou. E ele a levou para um lugar isolado para tentar esconder o que havia feito.

Inventor

Ele ainda está foragido?

Model

Sim. A prisão foi decretada, mas ele desapareceu. A polícia continua procurando. Para a família dela, enquanto ele estiver solto, a história não termina.

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