Jornalista argentino relata emoção ao cumprimentar Messi após recorde histórico

Vou levar esse momento e essa imagem comigo para sempre
Joaquín Bruno reflete sobre o high five que recebeu de Messi após o recorde histórico de 18 gols em Copas.

Em um estádio onde a história do futebol se reescrevia, o jornalista argentino Joaquín Bruno se encontrou, por acaso e por destino, no lugar exato em que Lionel Messi celebrou seu 18º gol em Copas do Mundo — tornando-se o maior artilheiro da competição. O gesto simples de um high five entre o maior jogador argentino de todos os tempos e um jornalista solitário atrás da linha de fundo condensou, em cinco dedos tocando cinco dedos, décadas de paixão por um esporte e por um país.

  • Messi marca dois gols contra a Áustria e ultrapassa Klose, alcançando 18 gols em Copas — um recorde que nenhum jogador na história do torneio havia conquistado.
  • Bruno estava sozinho atrás do gol, o colega havia saído para a zona mista, e o acaso o colocou no centro de um momento que ele jamais poderia ter planejado.
  • Messi se aproxima, olha nos olhos do jornalista e estende a mão — um gesto cotidiano que, naquele contexto, carregava o peso de toda uma história esportiva.
  • Bruno confessa estar 'tremendo e meio grogue', incapaz de traduzir em palavras o que sentiu ao tocar a mão do maior ídolo de seu país.
  • Em cinco minutos, a foto do momento já circulava nas redes sociais, transformando Bruno em parte involuntária do registro visual de um recorde histórico.

Joaquín Bruno estava sozinho atrás da linha de fundo quando a história aconteceu. Seu colega Gastón Edul havia saído para a zona mista, deixando-o ali, nervoso após um jogo tenso contra a Áustria — no momento exato em que Lionel Messi marcava seu 18º gol em Copas do Mundo.

Com dois gols na tarde, Messi ultrapassou o alemão Klose — até então recordista com 16 — e se tornou o maior artilheiro da história do torneio. O primeiro gol nasceu de uma jogada coletiva precisa: Medina cruzou rasteiro pela esquerda, Almada fez o corta-luz, e Messi bateu de chapa com a canhota no canto do goleiro.

O que veio a seguir, Bruno ainda lutava para descrever. Enquanto gritava de emoção, viu Messi se aproximar, olhá-lo e estender a mão para um high five. Um gesto simples. Cinco dedos tocando cinco dedos. 'Ainda estou tremendo, meio grogue', disse o jornalista depois. 'O que sinto agora é difícil de explicar para um torcedor argentino, para um fanático pelo Messi.'

Cinco minutos após o apito final, o celular de Bruno já vibrava sem parar. A foto havia viralizado. Sem planejar, ele havia se tornado parte do registro visual de um recorde histórico — e carregaria aquele instante consigo para sempre, não apenas na memória, mas em cada mensagem que continuava chegando.

Joaquín Bruno ainda sentia o corpo inteiro vibrando quando tudo aconteceu. O jornalista argentino estava sozinho atrás da linha de fundo do estádio, nervos à flor da pele após um jogo tenso e equilibrado contra a Áustria. Seu colega Gastón Edul tinha saído para a zona mista fazer as entrevistas pós-jogo, deixando Bruno sozinho naquele espaço — sozinho no momento exato em que a história se fez.

Messi havia acabado de marcar seu 18º gol em Copas do Mundo. Dois gols na tarde, ambos contra os austríacos, na segunda rodada da fase de grupos. Com isso, o camisa 10 da Argentina se tornou o maior artilheiro de todas as Copas, isolado em um recorde que ninguém mais na história do torneio havia alcançado. O alemão Klose, até então no topo da lista, ficou para trás com 16 gols.

O primeiro dos dois gols havia saído aos 38 minutos do primeiro tempo, resultado de uma sequência de passes limpa no ataque argentino. Medina recebeu pela esquerda e cruzou rasteiro. Almada fez um corta-luz preciso, e a bola chegou aos pés de Messi, que bateu de chapa com a canhota, no canto do goleiro. Gol. Recorde em movimento.

Mas o que Bruno viveu nos segundos seguintes foi algo que ele ainda lutava para colocar em palavras. Ele estava gritando, transbordando de emoção, quando viu Leo se aproximando. Messi o olhou, caminhou em sua direção e lhe estendeu a mão para um high five. Cinco dedos tocando cinco dedos. Um gesto simples. Um momento que Bruno sabia que carregaria consigo para o resto da vida.

"Ainda estou tremendo, meio grogue", disse Bruno depois, tentando descrever o que havia acontecido. "O que eu sinto agora é difícil de explicar para um torcedor argentino, para um fanático pelo Messi." Ele sabia que aquele instante — a imagem de Messi vindo em sua direção, o contato, a proximidade com o maior jogador que seu país havia produzido — era algo que nenhuma quantidade de palavras conseguiria capturar completamente.

Mas a câmera tinha capturado. Cinco minutos depois que tudo terminou, o celular de Bruno começou a vibrar. Mensagens chegavam de todos os lados, amigos e desconhecidos enviando a foto do momento. A imagem já estava circulando, já era parte do registro público daquele dia. Bruno havia se tornado, sem planejar, parte da história visual de um recorde histórico. E ele levaria aquela imagem e aquele momento consigo para sempre — não apenas na memória, mas em cada mensagem que recebia, em cada vez que alguém lhe enviava a foto novamente.

Ainda estou tremendo, meio grogue. O que eu sinto agora é difícil de explicar para um torcedor argentino, para um fanático pelo Messi.
— Joaquín Bruno, jornalista argentino
La Conversación del Hearth Otra perspectiva de la historia
Inventor

Como você estava se sentindo naquele momento, antes de Messi chegar até você?

Model

Eu era um turbilhão de nervos. O jogo tinha sido muito difícil, muito equilibrado, e meu corpo inteiro estava tenso. Meu colega tinha saído para fazer as entrevistas, então eu estava sozinho atrás do gol, gritando, ainda processando tudo que tinha acontecido.

Inventor

E quando você viu Messi se aproximando?

Model

Ele começou a me olhar enquanto eu ainda estava gritando. Não era algo que eu esperava. Ele simplesmente veio até mim e me deu um high five. Foi um gesto muito simples, mas para mim, como argentino, como alguém que acompanha Messi a vida toda, foi impossível de explicar.

Inventor

Você sabia naquele instante que estava vivendo algo histórico?

Model

Sim, mas não apenas pelo recorde. Era o recorde, era Messi, era o momento em que tudo convergia. Mas também era pessoal — era ele reconhecendo minha presença, minha emoção.

Inventor

A foto viralizou muito rápido, certo?

Model

Em cinco minutos meu celular já estava cheio de mensagens. Pessoas enviando a imagem de todos os ângulos. Eu ainda estava tremendo, ainda processando, e a foto já estava em todo lugar.

Inventor

O que você pensa quando vê essa foto agora?

Model

Que vou levar esse momento comigo para sempre. Não é só uma foto de um recorde. É uma foto de um encontro, de um reconhecimento. É pessoal demais para ser apenas histórico.

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